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Tráfico ilegal de pessoas rende a criminosos US$ 7 bi ao ano

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As principais rotas para o tráfico humano, da África à Europa e da América do Sul aos EUA, geram a cada ano aos traficantes rendas estimadas em pelo menos US$ 7 bilhões, divulgou nesta segunda-feira o diretor-executivo do Escritório da ONU contra Drogas e Crime (UNODC), Yuri Fedotov.

 O diretor reconheceu em Viena que “o número global é provavelmente bastante mais alto”. Para desmontar essas redes de contrabando, a comunidade internacional precisa “estar unida” no desejo de ver estes traficantes “processados, presos e privados de seus bens”, ressaltou o ex-diplomata russo.

 “Estreitando a cooperação, compartilhando informação e realizando operações conjuntas podemos prevenir que os traficantes continuem um passo à frente das autoridades da lei”, acrescentou o responsável da UNODC.

 “Mas, para poder conseguir êxito genuíno, devemos nos concentrar em romper as redes de traficantes, responsáveis por tantas mortes de imigrantes”, disse Fedotov, ao destacar que desde 2000 mais de 40 mil imigrantes morreram durante as mudanças clandestinas.

 “Os imigrantes se afogam no mar, morrem asfixiados nos contêineres e morrem de sede nos desertos”, destacou o diretor-executivo do UNODC.

Fonte: Noticias Terra

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As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Diálogos pela Liberdade – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 

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