Diálogos pela Liberdade na Campanha Coração Azul

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Na passada terça feira (23) o Projeto Oblata, Diálogos pela Liberdade, representado por Jose Manuel L Uriol, como integrante do Comitê Estadual de Atenção ao Migrante, Refugiado e Apátrida, Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Erradicação do Trabalho Escravo (Comitrate),participou da reunião preparatória para a Campanha Coração Azul em MG em 2017.

Essa reunião, da Câmara Técnica Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas ,  foi realizada na Casa dos Direitos Humanos, e programou diversas ações para a semana anterior e posterior ao dia 30 de julho, definido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.

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A campanha Coração Azul, promovida pela ONU, tem o objetivo de estimular o envolvimento da sociedade no combate ao tráfico de pessoas.

Entre as principais ações programadas (a desenvolver nas cidades de  Belo Horizonte, Juiz de Fora, Governador Valadares e Santos Dumont) por esta Câmara do Comitrate, estão várias ações de sensibilização a desenvolver pela Pastoral da Mulher no centro da nossa cidade , com o propósito de conscientizar para lutar contra o tráfico de pessoas e seu impacto na sociedade.

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Diálogos pela Liberdade – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 

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