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Festa da Consciência Negra e abertura dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher

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Sua marca? RESISTÊNCIA!!! Foi com muita resistência que a Unidade Oblata Diálogos pela Liberdade realizou a festa da Consciência Negra na tarde do dia 22 de novembro. A celebração já se tornou tradição na abertura dos 16 dias de Ativismo na instituição.

Marcado por ritmos, cores, amarrados de turbantes, samba no pé, bolo de tapioca gelado, poemas, cantos, miscigenação, misticismo religioso e histórias que enfatizam o Ser Mulher Brasileira, que celebramos esse dia de Luta e resistência.

Na oportunidade,recordamos a luta do povo indígena e seus gritos de socorro frente a toda opressão vivida desde a colonização e agravada na atual conjuntura brasileira com a ascensão de governantes que relativizam os direitos humanos. A religiosa da Congregação dos Sagrados Corações – Ir. Luz Reyna – representou com dança essa reivindicação.

Foi também dançando a vida que o DpL se despediu da Ir. Luz, Willian Sena e Willian Gondim, ambos da Congregação Redentorista. Depois de uma experiência de 2 e 3 anos como voluntári@s, atuando com dedicação e muito carinho na causa da vida e dignidade da Mulher em contexto de prostituição. Nosso agradecimento a ess@scar@scolaborador@s!

Finalizamos a tarde com a dança circular e música “Costura da Vida” de Sergio Pererê, coreografada por Andreza Mesquita (colaboradora da REAJE – obra social das Religiosas do Sagrado Coração de Maria) entidade parceira do DpL.

E assim, a Unidade Oblata Diálogos pela Liberdade continua batalhando pela justiça social celebrando a VIDA para que tenhamos mais VIDA. Como diz Isabel Brandão (psicóloga do DpL): “Não podemos desistir de RESISTIR!”

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Diálogos pela Liberdade – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 

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